Consolidação
No laudo também aparece como opacidade consolidativa, opacidades consolidativas, consolidação parenquimatosa, área de consolidação, condensação, área de condensação, ausência de consolidações
Consolidação é a descrição de uma área do pulmão que aparece branca na tomografia porque o ar que normalmente a preenche foi substituído por outro conteúdo. Vários laudos usam condensação com o mesmo sentido.
Muitas vezes a palavra aparece só para registrar que o achado não existe: escrever ausência de consolidações é informar o que foi procurado e não estava lá. Quando a consolidação existe, a causa mais conhecida é a pneumonia, e o mesmo aspecto branco aparece em outras situações. Velamento é palavra de raio X, mais genérica.
Consolidação diz que aquela área está preenchida, e não o que a preencheu. É um achado que precisa ser avaliado caso a caso, com médico especialista, junto dos sintomas e do restante do exame.
Opacidade em vidro fosco
No laudo também aparece como vidro fosco, atenuação em vidro fosco, opacidades em vidro fosco, vidro despolido, opacidade em vidro despolido, ground-glass, GGO
Opacidade em vidro fosco é uma área do pulmão que aparece mais clara que o resto na tomografia, num tom acinzentado, sem que isso apague o desenho dos vasos e dos brônquios por dentro dela. O cinza indica que ali há menos ar do que o normal.
O mesmo tom aparece em situações bem diferentes, e várias delas são passageiras: uma infecção em curso ou que acabou de passar, uma inflamação, um acúmulo de líquido. Até a posição em que a pessoa ficou deitada durante o exame pode deixar áreas acinzentadas sem que haja doença. Quando o laudo fala em nódulo em vidro fosco, e não em área, o assunto é outro, tratado na página sobre nódulo pulmonar. Se o achado surgiu depois de uma pneumonia por COVID-19, a página sobre sequela pulmonar pós-COVID trata desse cenário.
Vidro fosco descreve como a área aparece na imagem, e não o que a causou. É um achado que precisa ser avaliado caso a caso, com médico especialista e com as imagens em mãos.
Micronódulos inespecíficos
No laudo também aparece como micronódulos, micronódulos pulmonares, micronódulos esparsos, nódulos inespecíficos, opacidades nodulares inespecíficas
Micronódulos são pontos arredondados muito pequenos vistos dentro do pulmão. Inespecíficos quer dizer que o aspecto deles, sozinho, não aponta uma origem.
Inespecífico não é dúvida de quem assinou o laudo: é a forma técnica de dizer que aquele aspecto aparece em muitas situações diferentes. Pontos desse tamanho são achados frequentes em tomografias feitas por qualquer motivo. Quando o laudo acrescenta como eles estão distribuídos pelo pulmão, essa palavra a mais é informação. Se o que está descrito no seu laudo é maior do que isso, o texto que se aplica é o da página sobre nódulo pulmonar.
Micronódulos descritos como inespecíficos são um achado de imagem. Quanto eles significam varia de pessoa para pessoa, e essa leitura é feita caso a caso, em avaliação com médico especialista.
Granuloma e nódulo calcificado
No laudo também aparece como granuloma calcificado, granuloma periférico, nódulo calcificado, nódulo denso calcificado, calcificação residual, lesão calcificada residual
Nódulo calcificado é a descrição de um ponto no pulmão que acumulou cálcio e por isso aparece bem branco na tomografia. Granuloma é o nome de um agrupamento de células de defesa que o corpo forma ao isolar alguma coisa: um tipo de tecido, e não uma imagem.
A tomografia não enxerga o granuloma em si. Quando o laudo escreve a palavra, o radiologista está sugerindo uma origem provável a partir do desenho da calcificação — e é por isso que esse desenho é sempre descrito. Alguns padrões são reconhecidos como marca de processo antigo, já resolvido. A página sobre nódulo pulmonar trata desse raciocínio.
Granuloma e nódulo calcificado descrevem o que a imagem mostra e o que o radiologista deduz dela. O significado depende do padrão, do tamanho e dos exames anteriores — avaliação caso a caso, com médico especialista.
Atelectasia laminar
No laudo também aparece como atelectasias laminares, atelectasia discoide, atelectasia subsegmentar, estrias atelectásicas, atelectasia basal
Atelectasia laminar é uma faixa fina de pulmão que não se encheu de ar naquele momento e ficou achatada como uma linha, quase sempre nas porções mais baixas. A palavra laminar descreve essa forma de lâmina.
Faixas assim se formam quando uma região ventila menos que o resto por algum tempo: respiração superficial durante o exame, dor, repouso prolongado, a própria posição dentro do aparelho. Podem mudar de lugar entre um exame e outro, ou não aparecer no seguinte. Quando o laudo escreve estrias fibroatelectásicas, acrescenta um componente cicatricial à descrição, tratado no verbete sobre alterações fibrocicatriciais.
Uma atelectasia laminar registra que aquela faixa estava menos aerada no momento do exame, e não define doença por si. Como todo achado de laudo, o significado se avalia caso a caso, com médico especialista.
Linfonodos mediastinais e hilares
No laudo também aparece como linfonodomegalia mediastinal, adenomegalia mediastinal, gânglios mediastinais, linfonodos calcificados, linfonodos mediastinais de aspecto residual, linfonodos infracentimétricos esparsos, linfonodos subcarinais, aumento de gânglios hilares
Linfonodos mediastinais e hilares são gânglios do sistema de defesa que ficam dentro do tórax: no espaço central entre os dois pulmões e nas regiões por onde brônquios e vasos entram em cada pulmão. Existem dezenas deles ali, e a tomografia os mostra mesmo quando estão normais.
Infracentimétrico quer dizer que o gânglio é pequeno pela medida que o laudo usa; linfonodomegalia e adenomegalia são as palavras usadas quando ele passa desse limite, que é uma convenção de laudo e não uma linha entre normal e doente. Aspecto residual descreve gânglios pequenos e de contorno preservado, e calcificações neles costumam ser marca de processos antigos, infecciosos ou de exposições inaladas, como as tratadas na página sobre silicose e pneumoconioses. Gânglios aumentados dos dois lados aparecem em situações bem diferentes entre si, e uma delas é descrita na página sobre sarcoidose.
O tamanho de um linfonodo, isolado, não diz o que o produziu. Número, localização, aspecto e evolução entre exames são lidos em conjunto, caso a caso, em avaliação com médico especialista.
Espessamento das paredes brônquicas
No laudo também aparece como espessamento brônquico, espessamento parietal brônquico, espessamento peribrônquico, paredes brônquicas espessadas, broncopatia inflamatória, sinais de broncopatia
Espessamento das paredes brônquicas é a descrição de brônquios — os tubos por onde o ar circula dentro do pulmão — cuja parede aparece mais grossa do que o esperado. O termo se refere à espessura da parede, não à largura do tubo.
É um dos achados mais comuns e também um dos mais subjetivos do laudo: não existe medida padronizada para dizer o que é espesso, e a descrição aparece em exames de pessoas sem queixa alguma. Acompanha situações corriqueiras, como uma infecção respiratória recente, e pode variar de um exame para o outro. É diferente de bronquiectasia, em que o canal está dilatado. As páginas sobre asma, DPOC e bronquiectasias tratam de condições das vias aéreas.
Paredes espessadas apontam as vias aéreas como o lugar a olhar, sem apontar um diagnóstico. O que o achado significa depende do conjunto, e isso se avalia caso a caso, com médico especialista.
Bronquiectasias
No laudo também aparece como bronquiectasia, brônquios dilatados, brônquio dilatado, dilatação brônquica, dilatação dos brônquios, ectasia brônquica, bronquiectasias cilíndricas, bronquiectasias varicosas, bronquiectasias císticas, bronquioloectasias, sinal do anel de sinete
Bronquiectasia é a descrição de um brônquio cujo canal interno está mais largo do que o esperado, de forma permanente. Cilíndrica, varicosa e cística descrevem o formato dessa dilatação, e não a causa dela.
A mesma palavra cobre situações que se comportam de modo bem diferente. Em umas, a parede do brônquio foi lesada ao longo do tempo, o canal passa a drenar mal a secreção e há tosse com catarro e infecções de repetição: é a doença de que trata a página sobre bronquiectasias. Em outras, o brônquio foi alargado de fora, puxado pelo tecido retraído em volta — é a bronquiectasia de tração, descrita mais adiante nesta página. Há ainda dilatações discretas em pessoas sem queixa alguma, e sequelas de infecção antiga, achado frequente no Brasil.
O laudo informa que existe dilatação, onde ela está e que extensão ocupa. Se ela corresponde a uma doença em atividade, e qual, é pergunta que se responde caso a caso, em avaliação com médico especialista.
Espessamento pleural
No laudo também aparece como espessamento pleural apical, espessamento pleuroapical, espessamento pleural basal, espessamento pleural residual, aderência pleural, saliência pleural
Espessamento pleural é a descrição de uma área em que a pleura — a membrana fina que reveste o pulmão por fora e forra a parede do tórax por dentro — aparece mais grossa do que o habitual. Na tomografia surge como uma faixa densa entre o pulmão e a costela.
É achado frequente em tomografias feitas por qualquer motivo, e com frequência corresponde a uma marca antiga que permanece igual por muitos anos: de uma inflamação, de líquido que houve ali, de cirurgia ou de trauma. Pleuroapical descreve espessamento no topo do pulmão; aderência descreve pontos em que as duas folhas da membrana ficaram unidas. O laudo registra onde está, que extensão ocupa e se há calcificação, e o que a pessoa respirou ao longo da vida entra na leitura, tema da página sobre silicose e pneumoconioses.
Espessamento pleural descreve a membrana, não uma doença, e a mesma expressão cobre situações muito diferentes entre si. A leitura é caso a caso, com médico especialista, junto da história e dos exames anteriores.
Cisto pulmonar
No laudo também aparece como cistos pulmonares, formação cística, lesão cística, espaços císticos, cistos de paredes finas, cisto no pulmão
Cisto pulmonar é um espaço arredondado dentro do pulmão, com parede própria, em geral fina, e que na maior parte das vezes contém ar — por isso aparece como uma bolinha escura de contorno nítido. É diferente de cisto em outros órgãos, onde a palavra costuma designar uma bolsa com líquido.
Cistos isolados e de parede fina são achados frequentes em tomografias, e ficam mais comuns com o passar dos anos. Algumas descrições vizinhas se confundem no laudo — cisto, bolha de enfisema e faveolamento —, e o radiologista escolhe a palavra pelo tamanho, pela parede e pelo que existe ao redor.
Cisto é um descritor de forma. Quantos são, onde estão e o que existe em volta mudam completamente a leitura, que por isso é feita caso a caso, com médico especialista.
Enfisema centrolobular e parasseptal
No laudo também aparece como enfisema centrolobular, enfisema parasseptal, enfisema paraseptal, enfisema centroacinar, focos de enfisema, áreas de enfisema, bolha de enfisema, bolhas subpleurais
Enfisema, no laudo de tomografia, é a descrição de áreas do pulmão com menos tecido e mais ar do que o normal, que aparecem como falhas escuras. Centrolobular e parasseptal indicam onde essas falhas estão dentro do pulmão.
Enfisema visto na tomografia é um achado de imagem. DPOC é um diagnóstico clínico, que depende de sintomas e de espirometria, o exame de sopro: há quem tenha focos de enfisema descritos no laudo e espirometria normal, e o contrário também acontece. Paraseptal, escrito com um s só, é a mesma palavra. A página sobre DPOC explica como esse diagnóstico é feito.
A palavra enfisema no laudo não fecha o diagnóstico de DPOC e não mede como está a sua respiração. Juntar imagem, sintomas e função pulmonar é avaliação caso a caso, com médico especialista.
Atenuação em mosaico e aprisionamento aéreo
No laudo também aparece como padrão em mosaico, atenuação em mosaico, áreas de aprisionamento aéreo, aprisionamento aéreo expiratório, retenção aérea, air trapping
Atenuação em mosaico é a descrição de um pulmão com áreas mais claras e mais escuras lado a lado, formando um desenho salpicado em vez de um tom uniforme. Aprisionamento aéreo é o termo usado quando parte das áreas escuras continua escura nas imagens feitas enquanto a pessoa solta o ar.
O mosaico não tem explicação única: pode vir das vias aéreas mais finas, das próprias áreas acinzentadas ou da circulação do pulmão. Pequenas áreas de aprisionamento aparecem também em pessoas sem doença pulmonar, sobretudo nas partes de baixo. As páginas sobre asma, DPOC e pneumonite de hipersensibilidade tratam de contextos em que o achado é procurado.
Mosaico e aprisionamento aéreo descrevem como o ar está distribuído naquele instante, e não dizem qual dos lados é o alterado. Essa distinção se faz caso a caso, com médico especialista.
Alterações fibrocicatriciais e fibroatelectásicas
No laudo também aparece como alterações fibrocicatriciais, fibroatelectasia, alterações fibroatelectásicas, alterações fibrorretráteis, estrias fibroatelectásicas, bandas parenquimatosas, faixas parenquimatosas, opacidade fibroatelectásica residual, densificação intersticial residual
Alterações fibrocicatriciais são marcas de tecido cicatricial dentro do pulmão, descritas no laudo como faixas, estrias ou traves finas, às vezes com uma leve retração da região onde estão. A terminação fibroatelectásica acrescenta a informação de que, junto da marca, há um pedaço de pulmão menos aerado.
O prefixo fibro aparece nas duas expressões, e é daí que vem a confusão: alteração fibrocicatricial não é o mesmo que fibrose pulmonar. Na maior parte dos laudos, essas palavras descrevem marcas localizadas, muitas delas antigas e estáveis. O guia sobre fibrose pulmonar descreve o que caracteriza a doença.
A palavra sozinha não diz o que deixou aquela marca nem quando. Separar uma cicatriz antiga de uma alteração em curso é avaliação caso a caso, com médico especialista.
Espessamento de septos interlobulares
No laudo também aparece como septos interlobulares espessados, espessamento septal, septos espessados, espessamento septal liso, espessamento septal nodular
Espessamento de septos interlobulares é a descrição de linhas finas que aparecem delimitando pequenas regiões do pulmão. Essas linhas existem em todo mundo e carregam vasos por dentro, mas em um exame sem alterações são finas demais para serem vistas.
Ficarem visíveis quer dizer que alguma coisa ocupa ou engrossa essa borda. Líquido acumulado ali é uma das explicações, e por isso a avaliação do coração entra cedo na investigação; inflamação e tecido cicatricial produzem imagens parecidas. O laudo costuma registrar se o espessamento é liso, nodular ou irregular, e se está em um trecho ou espalhado, porque cada um desses aspectos tem leitura própria.
Septos espessados sinalizam que algo mudou naquela camada do pulmão, sem dizer o quê, e o mesmo achado pode regredir ou permanecer. Distinguir um cenário do outro é avaliação caso a caso, com médico especialista.
Reticulado
No laudo também aparece como padrão reticular, opacidades reticulares, infiltrado reticular, reticulado subpleural, reticulado nas bases, espessamento reticular, opacidades retículo-nodulares, padrão retículo-nodular
Reticulado é um desenho de linhas finas cruzadas que aparece em algumas áreas do pulmão, parecido com uma rede ou uma malha. As linhas correspondem ao interstício, a estrutura que dá sustentação ao pulmão e que, em um exame normal, é fina demais para aparecer.
Líquido, inflamação e tecido cicatricial engrossam essa rede, e a mesma palavra aparece no laudo de quem tem uma cicatriz antiga e no de quem está investigando uma doença do interstício. Linhas finas nas partes de trás e mais baixas podem refletir apenas a posição durante o exame. O guia sobre fibrose pulmonar explica esse raciocínio.
Reticulado é um padrão de imagem, e não um diagnóstico. Onde a malha está, como ela é e o que aparece ao lado dela mudam a leitura, feita caso a caso com médico especialista.
Bronquiectasias de tração
No laudo também aparece como bronquiectasia de tração, bronquioloectasias de tração, dilatação brônquica de tração, brônquios tracionados
Bronquiectasia de tração é um brônquio que aparece mais largo do que o esperado porque o tecido ao redor está retraído e puxa a parede do tubo para fora. O termo descreve esse mecanismo, e não uma doença da parede do próprio brônquio.
Existe uma doença chamada bronquiectasia, em que o problema está na parede da via aérea — é o que descreve a página sobre bronquiectasias. Na de tração, a dilatação vem de fora, e o que mudou foi o tecido em volta. Em quadros recentes, sobretudo depois de uma pneumonia, esse aspecto pode diminuir ao longo dos meses, como descreve a página sobre sequela pulmonar pós-COVID.
A palavra tração descreve o que alargou o brônquio, não a causa da retração ao redor. Essa segunda pergunta se responde caso a caso, em avaliação com médico especialista.
Distorção arquitetural
No laudo também aparece como distorção da arquitetura pulmonar, subversão da arquitetura, desarranjo arquitetural, distorção do parênquima, distorção arquitetural associada a perda volumétrica, retração do parênquima
Distorção arquitetural é a descrição de uma região do pulmão em que brônquios, vasos e divisórias não estão na posição habitual: o que deveria correr reto corre torto, o que deveria estar num lugar aparece deslocado.
Em português comum, distorção e subversão soam mais fortes do que o sentido que têm no laudo: nenhuma das duas mede quanto pulmão está envolvido nem diz o que deslocou as estruturas. Quando o laudo acrescenta perda volumétrica, está dizendo que aquela região ocupa menos espaço do que o esperado para ela. O achado pode ficar restrito a um trecho, ao redor de uma cicatriz antiga ou de uma cirurgia, ou aparecer nos dois pulmões. A página sobre sequela pulmonar pós-COVID e o guia sobre fibrose pulmonar tratam de contextos em que o termo é frequente.
Distorção arquitetural descreve onde as estruturas estão, e não o que as colocou ali nem quando. Uma alteração estável há anos e uma recente podem ser escritas com as mesmas palavras, e separá-las é avaliação caso a caso, com médico especialista.
Faveolamento
No laudo também aparece como favo de mel, pulmão em favo de mel, padrão em favo de mel, faveolamento subpleural, faveolamento nas bases, honeycombing
Faveolamento é o nome dado a um agrupamento de pequenos espaços cheios de ar, com paredes bem definidas, dispostos lado a lado e quase sempre encostados na superfície do pulmão. O desenho lembra um favo de mel, e daí vem a palavra.
É um termo aplicado com critério estreito, porque outros achados produzem imagem parecida: enfisema, cistos de outras origens e brônquios dilatados vistos de través. Por isso ele é lido junto do restante do exame, e a comparação com tomografias anteriores é a informação que mais muda essa leitura. A palavra aparece também no guia sobre fibrose pulmonar, e vale ler esse guia sabendo que encontrar o termo num laudo não é o mesmo que ter a doença descrita lá.
Faveolamento é uma descrição de forma, e a palavra sozinha não informa a causa nem mede o que o pulmão consegue fazer. É um achado que exige avaliação com médico especialista, caso a caso.